A apicultura no Norte de Minas ganha incentivo por parte da Codevasf e órgãos parceiros.
MONTES CLAROS (por Waldemiro Brito) – A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) promoverá na próxima quinta-feira, dia 25 de novembro, o VII Seminário de Apicultura do Norte de Minas. Com apoio da Agro/NM, Sebrae e Emater-MG, esse encontro, a exemplo das edições anteriores, acontecerá no auditório da Sociedade Rural de Montes Claros, com abertura prevista para às 9h pelo superintendente da Codevasf em Minas Gerais, Dimas Rodrigues. Tendo como tema central a organização e fortalecimento da produção apícola do norte de Minas, esse seminário, segundo Dimas Rodrigues, visa a melhoria das relações associativas e da gestão das unidades de beneficiamento de mel, além da inserção de práticas que promovam o aumento da produtividade apícola norte mineira, de forma a alavancar a apicultura regional, gerando emprego e renda aos pequenos produtores. Segundo Alex Demier, engenheiro agrônomo da Codevasf e um dos idealizadores e responsáveis técnicos desse seminário, as palestras terão como abordagem principal as experiências de associativismo, gestão de unidades de beneficiamento de mel, de atuação regional, interestadual e internacional e práticas apícolas com foco no aumento da produtividade e agregação de valores aos produtos. Foto Ascom/Codevasf
Unidade de beneficiamento de mel na cidade de Mato Verde, na região da Serra Geral de Minas.
Uma das palestras mais esperadas pelos apicultores norte mineiros será proferida pelo consultor técnico Robson Sousa Raad, sobre técnicas para aumento da produtividade apícola, seguido pelos palestrantes José Cleto Pellegrinelli, falando sobre a atuação do entreposto Apidouro no mercado apícola nacional e internacional e Gil Barreto, com o tema certificação e mercado dos produtos apícolas e orgânicos, ficando o encerramento por conta dos agentes financeiros Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Credinor. Ao anunciar a realização desse seminário, Dimas Rodrigues disse que a Codevasf, na condição de umas das principais incentivadoras da apicultura regional, vem promovendo junto ao produtor rural as mais diversas ações visando a sua capacitação técnica e comercial. Tanto é assim, afirma o dirigente federal, que ao longo dos últimos cinco anos já foram promovidos vários cursos técnicos e visitas à outros grandes centros produtores de mel em Minas Gerais e até mesmo em outros Estados. Nesse mesmo período, a Codevasf investiu mais de 1 milhão de reais na construção de oito casas de mel, totalmente equipadas, aquisição de equipamentos para os mais de 700 apicultores de 23 municípios norte mineiros, principalmente da região da Serra Geral de Minas, que produzem mais de 400 toneladas de mel por ano. | ||
| parque de Exposições João Alencar Athayde | ||
| Montes Claros - MG | ||
| luiz.fernando@emater.mg.gov.br | ||
| A EMATER-MG e a CODEVASF, realizam anualmente o Seminário de Apicultura do Norte do Estado de Minas Gerais, que se encontra na sua 10º Edição, a ser realizado no dia 22/10/2013 no período de 08:00 as 18:00 hs, tendo como o tema ' Panorama da Apicultura e Técnicas de Produção e Processamento de Produtos Apícolas " O público- alvo será de apicultores, produtores rurais, técnicos, professores, universidades, estudantes, agentes financeiros, entidades publicas e privadas, estimado em 300 participantes. A fim de alcançar estes objetivos foram programadas palestras sobre técnicas a serem ministradas por profissionais experientes nestas áreas de conhecimento, inclusive com a participação do Presidente da CBA - Confederação Brasileira dos Apicultores. Para tanto solicitamos seu apoio na divulgação do evento. Esperando poder contar com seu apoio agradecemos antecipadamente e nos colocamos a disposição. Atenciosamente L. Fernando C. Mendes Coordenador Técnico EMATER-MG Montes Claros luiz.fernando@emater.mg.gov.br 38 3223-2130 9144-4681 TIM | ||
| Program |
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FILHO MEU, SABOREIA O MEL, PORQUE É SAUDAVEL, E O FAVO, PORQUE É DOCE AO TEU PALADAR. PV.24:13
sábado, 12 de outubro de 2013
SEMINARIO DE APICULTURA DO NORTE DE MINAS- 22-10-2013 TERÇA FEIRA
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Alimento para abelhas
Ração Proteica para Abelhas
Olá amigos! Recebi nessas últimas semanas vários e-mails perguntando se eu tinha a receita da Ração Proteica para Abelhas...
Pois bem, fui atrás de artigos e de amigos que estavam fazendo essa ração proteica, recebi algumas receitas, e dentre elas, abaixo vou colocar uma que achei mais interessante.
Ressalto que não posso informar o resultado da utilização dessa ração, uma vez que ainda não tive a oportunidade de fazer testes com ela, se alguém tiver mais informações ou alguma outra receita dessa ração (não confundir com o bombom de pólen), compartilhe conosco a receita e os resultados, ok?
RECEITA- RAÇÃO PROTEICA PARA ABELHAS
Ingredientes
17% de albumina
50% de extrato de soja
33% de açúcar
Xarope preparado com 70% de água e 30% de açúcar para regar a mistura
Modo de preparo - Para ASF
Misture bem os ingredientes secos e regue com o xarope até conseguir uma pasta úmida, consistente e homogênea, semelhante ao pólen fermentado das abelhas.
Derreta a cera numa panela (cera bruta de apis ou com mistura de cera de ASF)
Faça pequenas bolinhas com essa massa e mergulhe cerca de 3 vezes na cera derretida, para formar uma "casca" de cera em volta dessa ração (igual fazemos com o bombom de polen, dúvidas nesse processo, acesse o link: http://meliponariojardim.blogspot.com.br/2013/03/bombom-de-polem.html )
Modo de preparo - Para Apis
Misture bem os ingredientes secos e regue com o xarope até conseguir uma pasta úmida e homogênea, semelhante ao pólen fermentado das abelhas.
Com as mãos, faça um disco com aproximadamente 500 gramas de ração, embrulhe em papel manteiga, fure o papel e coloque dentro da caixa das abelhas no centro, entre a melgueira e o ninho.
PRONTO! AGORA É SÓ SERVIR PARA AS ABELHAS!
Atenção:
Para baratear a ração, pode-se substituir a albumina, por ovo em pó.
Essa receita proteica serve tanto para Abelhas Nativas quanto para Apis
domingo, 2 de dezembro de 2012
BEIFA-FLOR OU MARIPOSA?
A mariposa Macroglossum stellatarum é uma rara espécie na natureza. Ela se alimenta de flores e produz um ruído no ar. Seu corpo é aerodinâmico, asas dianteiras delgadas, longas e asas traseiras pequenas. Voam rápido e pairam na frente das flores, sugando o néctar de maneira muito semelhante aos beija-flores.
Por esta razão são chamadas também de mariposas beija-flores. A esfinge suga o néctar por meio de sua probóscide, como se fosse um sugador no nariz do animal. A probóscide alcança até 25 cm de comprimento e por isso consegue com facilidade o alimento.
Foto: Wikipédia
Mariposa beija-flor se alimentando do néctar das flores
A semelhança com os beija-flores é um exemplo de evolução convergente (quando o animal desenvolve características semelhantes a outro animal de espécie diferente). Ela voa durante o dia, tanto com sol, como com chuva, o que é incomum para a maioria das mariposas. Suas habilidades visuais têm sido muito estudadas e alguns estudos mostraram que ela tem grande facilidade pra aprender a diferenciar as cores.
A mariposa possui o comprimento do corpo entre 7,5 cm até 12,5 cm e é vista em toda Europa. Desde o norte de Portugal até o Japão, mas ela reside apenas em climas mais quentes. Em regiões altas e com invernos rigorosos ela não é encontrada.
RETIRADO DO BLOG: http://canalazultv.ig.com.br/redeambiente/novidade.asp?id_CON=473
terça-feira, 27 de novembro de 2012
MELIPONA MARGINATA-MANDURI RAJADA.
A manduri mede aproximadamente 7mm Sua
distribuição geográfica vai desde América Central até Argentina e Estado
de Santa Catarina e São Paulo.
de Santa Catarina e São Paulo.
As colônias são pouco populosas, por volta
de 300 indivíduos. Os locais de nidificação são principalmente ocos de árvore,
podendo ocorrer também em paredões de taipa. esta espécie se adapta bem em
caixas racionais.
A entrada do ninho é um pequeno orifício onde passa apenas uma abelha de cada vez, Essa espécie apresenta favos de cria horizontais ou helicoidais. Não apresenta células reais.
Em torno dos favos de cria há um invólucro
freqüentemente bem desenvolvido. Os potes de alimento têm 3 a 5cm de altura.
Pode apresentar refúgios coletivos de rainhas virgens, no meio ou abaixo dos
potes de alimento.
E uma espécie rustica e resistente ao clima
frio do sul do Brasil, grande produtora de mel produz em média 3 litro por
verão, é a maior produtora de mel se levar em consideração o número de
operárias a qual não passa de 300.
O seu manejo e meio complicado não aceita
manejo por cima sempre pelo meio, se manipular por cima faz tapume de barro para
vedar sua observação e isto impede a colocação de mais sobre ninho e
melgueira, claridade acima de seu teto esta abelha interpreta como inimigo e
imediatamente faz o tapume.
A manduri e bastante agressiva e tem
mandíbulas forte seu ataque é intenso sendo nescessario o uso de máscara de
apicultor para sua manipulação, esta espécie não tem veneno mas seus belisco
incomoda muito. O ataque ocorre se for manipulado o ninho no contrario é
inofensiva.
A sua multiplicação é simples não se faz
nescessario localizar realeira pertence ao grupo das meliponas suas
multiplicações sempre são bem suscedidas espécie bem resistente, trabalha muito
em prool a sua família.
Leia mais: http://abelhasdomato.webnode.com.pt/abelha-manduri-/
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BOM EXEMPLO QUE DEVE SER SEGUIDO.
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
PROGRAMA DE DISCIPLINA
Curso: Zootecnia Campus: Sede
Departamento: Zootecnia
Centro: Ciências Agrárias
COMPONENTE CURRICULAR
Nome: Meliponicultura Código:
Carga Horária: 34 Periodicidade: modular Ano de Implantação: 2013
1. EMENTA
Estudo da produção de abelhas nativas sem ferrão (indígenas) considerando a viabilidade econômica e sustentável.
2. OBJETIVOS
Conhecer a biologia de várias espécies de abelhas nativas sem ferrão (indígenas), tais como jataí, tubuna, mandaçaia, borá, uruçu, uruçu-amarela e garaipo, as instalações meliponícolas, tipos de colmeias, manejo e revisão das colônias objetivando uma produção economicamente viável e sustentável.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
3.1 PARTE TEÓRICA:
1. As abelhas nativas sem ferrão; 1.1. Introdução; 1.2. Importância; 1.3. Classificação e distribuição; 1.4. Biologia; 2. Criação de abelhas sem ferrão; 2.1. A escolha das espécies; jataí (nome científico, Tetragonisca angustula e Tetragonisca fiebrigi), borá (Tetragona clavipes), guaraipo (Melipona bicolor bicolor), mandaçaia (Melipona quadrifasciata), jandaíra nordestina (Melipona subnitida), tubuna (Scaptotrigona bipunctata), uruçu-cinza ou uruçu-cinzenta (Melipona fasciculata), uruçu-amarela (Melipona rufiventris), uruçu-do-nordeste (Melipona scutellaris), 2.2. Aquisição de colônias; 2.3. Modelos de colmeias; 2.4. Instalação de Meliponário; 2.5. Captura, divisão e transferência; manejo de colônias; Inimigos naturais; 3. Coleta e beneficiamento de mel; 3.1. Métodos de coleta; 3.2. Técnicas de beneficiamento para conservação; 3.3. Boas práticas de manipulação; 3.4. Envasamento e rotulagem; 4. Sistema de produção; 5. Legislação para utilização das abelhas nativas sem ferrão e para implantação de meliponário;
3.2 PARTE PRÁTICA:
1. Visita ao meliponário da FEI; 2. Coleta de colônia de abelhas nativas sem ferrão; 3. Manejo de colônias de abelhas nativas sem ferrão; 4. Revisão de colônias e divisão; 5. Extração de mel; 6. Extração de geoprópolis; 7. Detecção de inimigos naturais; 8. Produção e Introdução de rainhas; 9. Coleta de pólen; 10. Visita a um meliponário comercial; 11. Filmes sobre meliponicultura e polinização.
4. REFERÊNCIAS
4.1- Básicas (Disponibilizadas na Biblioteca ou aquisições recomendadas)
AIDAR, D.S. A mandaçaia: biologia de abelhas, manejo e multiplicação artificial de colônias de Melipona quadrifasciata Lep. (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae). Ribeirão Preto: SBG. 1996. 104p. Série Monografias, nº 4.
AIDAR, D.S. Coleta de ninhos de jataí (Tetragonisca angustula). Paracatu: Acangahú, 1999. 34 p.
AIDAR, D.S. A mandaçaia: biologia, manejo e multiplicação artificial de colônias de abelhas, com especial referência à Melipona quadrifasciata Lep. (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae). 2ª. Ed., Ribeirão Preto: Funpec Editora. 2010. 162p.
ALVES, R.M.O.; CARVALHO, C.A.L.; SOUZA, B.A.; JUSTINA, G.D. Sistema de produção para abelhas sem ferrão: uma proposta para o estado da Bahia. Cruz das Almas: UFRB/SECTI-FAPESB, 2005. 18p. (série Meliponicultura n.03)
ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A.; CARVALHO, C.A.L.; JUSTINA, G.D. Custo de produção de mel: uma proposta para abelhas africanizadas e meliponíneos. Cruz das Almas: UFB/SEAGRI, 2005. 14p. (série Meliponicultura n.02)
AMARAL, E.; ALVES, S.B. Insetos úteis. Piracicaba: Livroceres, 1979. 188 p.
BRUENING, H. Abelha jandaira. Coleção Mossoroense, serie C, volume 557. 1990. 181p.
CARVALHO, C.A.L.; ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A. Criação de abelhas sem ferrão: aspectos práticos. Cruz das Almas: UFB/SEAGRI, 2003. 42p. (série Meliponicultura n.01)
CARVALHO, C.A.L.; SODRÉ, G.S.; ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A.; MARCHINI, L.C.; CLARTON, L. PEREIRA, L.L.; SOARES, A.C.F. Como crias abelhas sem ferrão: do cortiço à caixa racional. Cruz das Almas: UFRB/SECTI-FAPESB, 2006. 30p. (série Meliponicultura n.06)
FABICHAK, I. Abelhas indígenas sem ferrão – jataí. São Paulo: Nobel, 1987. 53p.
FREITAS, B.M.; PINHEIRO, J.N. Polinizadores e pesticidas: princípios de manejo para os agroecossistemas brasileiros. Brasília: MMA, 2012. 112p.
FONSECA, A.A.O.; SODRÉ, G.S.; CARVALHO, C.A.L.; ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A.; SILVA, S.M.P.C.; OLIVEIRA, G.A.; MACHADO, C.S.; CLARTON, L. Qualidade do mel de abelhas sem ferrão: uma proposta para boas práticas de fabricação. Cruz das Almas: UFRB/SECTI-FAPESB, 2006. 70p. (série Meliponicultura n.05)
IMPERATRIZ-FONSECA, V.L.; CANHOS, D.A.L.; ALVES, D.A.; SARAIVA, A.M. Polinizadores do Brasil – Contribuição perspectivas para a biodiversidade, uso sustentável, conservação e serviços ambientais. São Paulo: EDUSP, 2012. 488p.
JORDÃO, M.C. Jataís: quando você menos espera, elas estão ai. Belo Horizonte: Alvorada Serviços Gráficos, 1998. 56p.
KERR, W.E.; CARVALHO, G.A.; NASCIMENTO, V.A. (Organizadores) Abelha uruçú - Biologia, manejo e conservação, Coleção, Manejo da vida silvestre nº 2 - Fundação Acangaú, Belo Horizonte, MG, 1996. 144pp.
MAGALHÃES, T.L. VENTURIERI, G.C. Aspectos econômicos da criação de abelhas indígenas sem ferrão (Apidae: Meliponini) no Nordeste Paraense. Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2010. 36p. (Documentos 364)
http:// www.infoteca.cnptia.embrapa.br/ bitstream/doc/883922/1/ Doc364.pdf
NOGUEIRA NETO, P. Vida e criação de abelhas indígenas sem ferrão. São Paulo: Nogueirapis, 1997. 445 p.
NOGUEIRA NETO, P.; IMPERATRIZ-FONSECA, V.L.; KLEINERT-GIOVANNINI, A.; VIANA, B.F.; CASTRO, M.S. Biologia e manejo das abelhas sem ferrão. São Paulo: Tecnapis, 1986. 54p.
http://eco.ib.usp.br/beelab/ pdfs/livro_pnn.pdf
PIRES, N.V.C.R.; VENTURIERI, G.C.; CONTRERA, F.A.L. Elaboração de uma dieta artificial proteica para Melipona fasciculata. Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2009. 25 p. (Documentos 363)
http://www.cpatu.embrapa.br/ publicacoes_online/ documentos-1/2009/ elaboracao-de-uma-dieta-artific ial-proteica-para-melipona-fas ciculata
REGO, M.; ALBUQUERQUE, P. Polinização do murici. São Luis: Ministério do Meio Ambiente, Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Brasileira, EDUFMA, 2006. 104p.
VAISSIÈRE, B.E.; FREITAS, B.M.; GEMMILL-HERREN, B. Protocol to detect and assess pollination deficits in crops: A handbook for its use. Rome: FAO, 2011. 70p.
http://www.fao.org/docrep/013/ i1929e/i1929e.pdf
VELTHUIS, H.H.W. Biologia das abelhas sem ferrão. São Paulo: USP – Instituto de Biociências, 1997. 33 p.
VENTURIERI, G.C. Contribuições para a criação racional de meliponíneos amazônicos. Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2008. 27 p. (Documentos 330)
http://www.cpatu.embrapa.br/ publicacoes_online/ documentos-1/2008/ contribuicoes-para-a-criacao-ra cional-de-meloponineos-amamzon icos
VENTURIERI, G.C. Criação de abelhas indígenas sem ferrão. 2ª. Ed., Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2008. 27 p.
http://mel.cpatu.embrapa.br/ Criacao%20de%20abelhas%20indige nas%20sem%20ferrao.pdf
VILLAS-BOAS, J. Mel de abelhas sem ferrão – manual tecnológico. Brasília: Instituto, Sociedade, População e Natureza, 2012. 96p.
http://www.ispn.org.br/ arquivos/mel008_31.pdf
4.2- Complementares
ASSIS, M.G.P. Criação prática e racional de abelhas sem ferrão da Amazônia. Manaus: INPA/SEBRAE-AM, 2001. 46p.
CORTOPASSI-LAURINO, M. 1982. Divisão de recursos tróficos entre abelhas sociais principalmente Apis mellifera Linné e Trigona (Trigona) spinipes Fabricius (Apidae, Hymenoptera). São Paulo, USP, 180p. Tese de doutorado. Departamento de Zoologia.
FREITAS, G.S.; SOARES, A.E.E. Procurando irá: um passeio ecológico. Ribeirão Preto: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, 2004. 35p.
MAIA-SILVA, C.; SILVA, C.I.; HRNCIR, M.; QUEIROZ, R.T.; IMPERATRIZ-FONSECA, V.L. Guia de plantas visitadas por abelhas na caatinga. Fortaleza: Fundação Brasil Cidadão, 2012. 195p.
PENEDO, M.C.T.; TESTA, P.R.; ZUCOLOTO, F.S. Valor nutritivo do gevral e do levedo de cerveja em diferentes misturas com o pólen para Scaptotrigona (Scaptotrigona) postica (Hymenoptera, Apidae). Ciência e Cultura, 28(5): 536-538, 1976.
SCHEVELEV, I.F. El maravilloso "tapezuá' (Peluquerito – Llana – Tubuna) Scaptotrigona bipunctata, abeja sin aguijón. Asunción: Ko'eyu, 2003. 113p.
SANTOS, I.A. Ecologia de polinizadores. Oecologia Australis, v. 14, n. 1, p.1-321, 2010.
SILVA, C.I.; BALLESTEROS, P.L.O.; PALMERO, M.A.; BAUERMANN, S.G.; EVALDT, A.C.P.; OLIVEIRA, P.E. Catálogo polínico: Palinologia aplicada em estudos de conservação de abelhas do gênero Xylocopa no Triângulo Mineiro. Uberlândia: EDUFU, 2010. 154p.
SILVA FILHO, J.B.; GOICOHEA HUERTAS, A.A. Manual de criação de abelhas indígenas sem ferrão. Viçosa: Centro de Produções Técnicas, 1996. 38p.
TERADA, Y. Contribuição ao estudo da regulação social em Leurotrigona muelleri e Frieseomelitta varia (Hymenoptera, Apidae). Dissertação de Mestrado. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto - SP, Brasil, 1974. 96p.
VENTURIERI, G.C. Meliponicultura: Criação de abelhas indígenas sem ferrão. Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2008. 4 p.
ZUCOLOTO, F.S. Valor nutritivo de pólens usados por diferentes espécies de abelhas para Scaptotrigona (Scaptotrigona) postica (Hymenoptera, Apoidea). Revista Brasileira de Biologia 35(1): 77-82, 1975.
Links de sites:
http://mel.cpatu.embrapa.br/
http://www.ib.usp.br/beesp/
http://ecologia.ib.usp.br/ beelab/
http://www.webbee.org.br/ beelife/
http://www.webbee.org.br/ beetaxon/
______________________________ _____
APROVAÇÃO DO DEPARTAMENTO
______________________________ _
APROVAÇÃO DO CONSELHO ACADÊMICO
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
- PROJETO PEDAGÓGICO –
Processo nº Fls.
Rubrica:
CONTEÚDOS DOS COMPONENTES CURRICULARES
DISCIPLINAS Formulário
Nº 16-A
Curso: Zootecnia (Campus Sede)
Componente: Meliponicultura (disciplina optativa)
Departamento: Zootecnia - DZO
Centro: Ciências Agrárias - CCA
CARGA HORÁRIA PERIODICIDADE
Teórica Prática Teórico-Prática TOTAL Anual Semestral Trimestral Bimestral Módulo Outro
17 17 34 X
NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA
(Art. 3º da Res. 130/2005-CEP)
Obs.: SOMENTE PARA TURMAS PRÁTICAS OU TEÓRICO-PRÁTICAS Mínimo Máximo
8 20
EMENTA:
Estudo da produção de abelhas nativas sem ferrão (indígenas) considerando a viabilidade econômica e sustentável.
OBJETIVO(S):
Conhecer a biologia de várias espécies de abelhas nativas sem ferrão (indígenas), tais como jataí, tubuna, mandaçaia, borá,uruçu, uruçu-amarela e garaipo, as instalações meliponícolas, tipos de colmeias, manejo e revisão das colônias objetivando uma produção economicamente viável e sustentável.
Aprovado em ___/___/_______.
Carimbo e Assinatura do Chefe do Departamento
Aprovado em ___/___/_______.
Carimbo e Assinatura do Coordenador do Conselho Acadêmico
__._,_.___
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
PROGRAMA DE DISCIPLINA
Curso: Zootecnia Campus: Sede
Departamento: Zootecnia
Centro: Ciências Agrárias
COMPONENTE CURRICULAR
Nome: Meliponicultura Código:
Carga Horária: 34 Periodicidade: modular Ano de Implantação: 2013
1. EMENTA
Estudo da produção de abelhas nativas sem ferrão (indígenas) considerando a viabilidade econômica e sustentável.
2. OBJETIVOS
Conhecer a biologia de várias espécies de abelhas nativas sem ferrão (indígenas), tais como jataí, tubuna, mandaçaia, borá, uruçu, uruçu-amarela e garaipo, as instalações meliponícolas, tipos de colmeias, manejo e revisão das colônias objetivando uma produção economicamente viável e sustentável.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
3.1 PARTE TEÓRICA:
1. As abelhas nativas sem ferrão; 1.1. Introdução; 1.2. Importância; 1.3. Classificação e distribuição; 1.4. Biologia; 2. Criação de abelhas sem ferrão; 2.1. A escolha das espécies; jataí (nome científico, Tetragonisca angustula e Tetragonisca fiebrigi), borá (Tetragona clavipes), guaraipo (Melipona bicolor bicolor), mandaçaia (Melipona quadrifasciata), jandaíra nordestina (Melipona subnitida), tubuna (Scaptotrigona bipunctata), uruçu-cinza ou uruçu-cinzenta (Melipona fasciculata), uruçu-amarela (Melipona rufiventris), uruçu-do-nordeste (Melipona scutellaris), 2.2. Aquisição de colônias; 2.3. Modelos de colmeias; 2.4. Instalação de Meliponário; 2.5. Captura, divisão e transferência; manejo de colônias; Inimigos naturais; 3. Coleta e beneficiamento de mel; 3.1. Métodos de coleta; 3.2. Técnicas de beneficiamento para conservação; 3.3. Boas práticas de manipulação; 3.4. Envasamento e rotulagem; 4. Sistema de produção; 5. Legislação para utilização das abelhas nativas sem ferrão e para implantação de meliponário;
3.2 PARTE PRÁTICA:
1. Visita ao meliponário da FEI; 2. Coleta de colônia de abelhas nativas sem ferrão; 3. Manejo de colônias de abelhas nativas sem ferrão; 4. Revisão de colônias e divisão; 5. Extração de mel; 6. Extração de geoprópolis; 7. Detecção de inimigos naturais; 8. Produção e Introdução de rainhas; 9. Coleta de pólen; 10. Visita a um meliponário comercial; 11. Filmes sobre meliponicultura e polinização.
4. REFERÊNCIAS
4.1- Básicas (Disponibilizadas na Biblioteca ou aquisições recomendadas)
AIDAR, D.S. A mandaçaia: biologia de abelhas, manejo e multiplicação artificial de colônias de Melipona quadrifasciata Lep. (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae). Ribeirão Preto: SBG. 1996. 104p. Série Monografias, nº 4.
AIDAR, D.S. Coleta de ninhos de jataí (Tetragonisca angustula). Paracatu: Acangahú, 1999. 34 p.
AIDAR, D.S. A mandaçaia: biologia, manejo e multiplicação artificial de colônias de abelhas, com especial referência à Melipona quadrifasciata Lep. (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae). 2ª. Ed., Ribeirão Preto: Funpec Editora. 2010. 162p.
ALVES, R.M.O.; CARVALHO, C.A.L.; SOUZA, B.A.; JUSTINA, G.D. Sistema de produção para abelhas sem ferrão: uma proposta para o estado da Bahia. Cruz das Almas: UFRB/SECTI-FAPESB, 2005. 18p. (série Meliponicultura n.03)
ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A.; CARVALHO, C.A.L.; JUSTINA, G.D. Custo de produção de mel: uma proposta para abelhas africanizadas e meliponíneos. Cruz das Almas: UFB/SEAGRI, 2005. 14p. (série Meliponicultura n.02)
AMARAL, E.; ALVES, S.B. Insetos úteis. Piracicaba: Livroceres, 1979. 188 p.
BRUENING, H. Abelha jandaira. Coleção Mossoroense, serie C, volume 557. 1990. 181p.
CARVALHO, C.A.L.; ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A. Criação de abelhas sem ferrão: aspectos práticos. Cruz das Almas: UFB/SEAGRI, 2003. 42p. (série Meliponicultura n.01)
CARVALHO, C.A.L.; SODRÉ, G.S.; ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A.; MARCHINI, L.C.; CLARTON, L. PEREIRA, L.L.; SOARES, A.C.F. Como crias abelhas sem ferrão: do cortiço à caixa racional. Cruz das Almas: UFRB/SECTI-FAPESB, 2006. 30p. (série Meliponicultura n.06)
FABICHAK, I. Abelhas indígenas sem ferrão – jataí. São Paulo: Nobel, 1987. 53p.
FREITAS, B.M.; PINHEIRO, J.N. Polinizadores e pesticidas: princípios de manejo para os agroecossistemas brasileiros. Brasília: MMA, 2012. 112p.
FONSECA, A.A.O.; SODRÉ, G.S.; CARVALHO, C.A.L.; ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A.; SILVA, S.M.P.C.; OLIVEIRA, G.A.; MACHADO, C.S.; CLARTON, L. Qualidade do mel de abelhas sem ferrão: uma proposta para boas práticas de fabricação. Cruz das Almas: UFRB/SECTI-FAPESB, 2006. 70p. (série Meliponicultura n.05)
IMPERATRIZ-FONSECA, V.L.; CANHOS, D.A.L.; ALVES, D.A.; SARAIVA, A.M. Polinizadores do Brasil – Contribuição perspectivas para a biodiversidade, uso sustentável, conservação e serviços ambientais. São Paulo: EDUSP, 2012. 488p.
JORDÃO, M.C. Jataís: quando você menos espera, elas estão ai. Belo Horizonte: Alvorada Serviços Gráficos, 1998. 56p.
KERR, W.E.; CARVALHO, G.A.; NASCIMENTO, V.A. (Organizadores) Abelha uruçú - Biologia, manejo e conservação, Coleção, Manejo da vida silvestre nº 2 - Fundação Acangaú, Belo Horizonte, MG, 1996. 144pp.
MAGALHÃES, T.L. VENTURIERI, G.C. Aspectos econômicos da criação de abelhas indígenas sem ferrão (Apidae: Meliponini) no Nordeste Paraense. Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2010. 36p. (Documentos 364)
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http://www.ispn.org.br/
4.2- Complementares
ASSIS, M.G.P. Criação prática e racional de abelhas sem ferrão da Amazônia. Manaus: INPA/SEBRAE-AM, 2001. 46p.
CORTOPASSI-LAURINO, M. 1982. Divisão de recursos tróficos entre abelhas sociais principalmente Apis mellifera Linné e Trigona (Trigona) spinipes Fabricius (Apidae, Hymenoptera). São Paulo, USP, 180p. Tese de doutorado. Departamento de Zoologia.
FREITAS, G.S.; SOARES, A.E.E. Procurando irá: um passeio ecológico. Ribeirão Preto: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, 2004. 35p.
MAIA-SILVA, C.; SILVA, C.I.; HRNCIR, M.; QUEIROZ, R.T.; IMPERATRIZ-FONSECA, V.L. Guia de plantas visitadas por abelhas na caatinga. Fortaleza: Fundação Brasil Cidadão, 2012. 195p.
PENEDO, M.C.T.; TESTA, P.R.; ZUCOLOTO, F.S. Valor nutritivo do gevral e do levedo de cerveja em diferentes misturas com o pólen para Scaptotrigona (Scaptotrigona) postica (Hymenoptera, Apidae). Ciência e Cultura, 28(5): 536-538, 1976.
SCHEVELEV, I.F. El maravilloso "tapezuá' (Peluquerito – Llana – Tubuna) Scaptotrigona bipunctata, abeja sin aguijón. Asunción: Ko'eyu, 2003. 113p.
SANTOS, I.A. Ecologia de polinizadores. Oecologia Australis, v. 14, n. 1, p.1-321, 2010.
SILVA, C.I.; BALLESTEROS, P.L.O.; PALMERO, M.A.; BAUERMANN, S.G.; EVALDT, A.C.P.; OLIVEIRA, P.E. Catálogo polínico: Palinologia aplicada em estudos de conservação de abelhas do gênero Xylocopa no Triângulo Mineiro. Uberlândia: EDUFU, 2010. 154p.
SILVA FILHO, J.B.; GOICOHEA HUERTAS, A.A. Manual de criação de abelhas indígenas sem ferrão. Viçosa: Centro de Produções Técnicas, 1996. 38p.
TERADA, Y. Contribuição ao estudo da regulação social em Leurotrigona muelleri e Frieseomelitta varia (Hymenoptera, Apidae). Dissertação de Mestrado. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto - SP, Brasil, 1974. 96p.
VENTURIERI, G.C. Meliponicultura: Criação de abelhas indígenas sem ferrão. Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2008. 4 p.
ZUCOLOTO, F.S. Valor nutritivo de pólens usados por diferentes espécies de abelhas para Scaptotrigona (Scaptotrigona) postica (Hymenoptera, Apoidea). Revista Brasileira de Biologia 35(1): 77-82, 1975.
Links de sites:
http://mel.cpatu.embrapa.br/
http://www.ib.usp.br/beesp/
http://ecologia.ib.usp.br/
http://www.webbee.org.br/
http://www.webbee.org.br/
______________________________
APROVAÇÃO DO DEPARTAMENTO
______________________________
APROVAÇÃO DO CONSELHO ACADÊMICO
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
- PROJETO PEDAGÓGICO –
Processo nº Fls.
Rubrica:
CONTEÚDOS DOS COMPONENTES CURRICULARES
DISCIPLINAS Formulário
Nº 16-A
Curso: Zootecnia (Campus Sede)
Componente: Meliponicultura (disciplina optativa)
Departamento: Zootecnia - DZO
Centro: Ciências Agrárias - CCA
CARGA HORÁRIA PERIODICIDADE
Teórica Prática Teórico-Prática TOTAL Anual Semestral Trimestral Bimestral Módulo Outro
17 17 34 X
NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA
(Art. 3º da Res. 130/2005-CEP)
Obs.: SOMENTE PARA TURMAS PRÁTICAS OU TEÓRICO-PRÁTICAS Mínimo Máximo
8 20
EMENTA:
Estudo da produção de abelhas nativas sem ferrão (indígenas) considerando a viabilidade econômica e sustentável.
OBJETIVO(S):
Conhecer a biologia de várias espécies de abelhas nativas sem ferrão (indígenas), tais como jataí, tubuna, mandaçaia, borá,uruçu, uruçu-amarela e garaipo, as instalações meliponícolas, tipos de colmeias, manejo e revisão das colônias objetivando uma produção economicamente viável e sustentável.
Aprovado em ___/___/_______.
Carimbo e Assinatura do Chefe do Departamento
Aprovado em ___/___/_______.
Carimbo e Assinatura do Coordenador do Conselho Acadêmico
__._,_.___
sábado, 24 de novembro de 2012
GRUPO ABELHAS DE MINAS NO YAHOO
Meliponicultores principalmente de Minas Gerais, agora podem interagir através de um grupo criado no yahoo grupos. Assim como o ABENA o ABELHASDEMINAS tem muitas funçoes, mas a principal é unir os criadores de abelhas sem ferrao de minas, uma vez que alguns estao no nosso bairro e nao sabemos. cito um exemplo recente, na minha cidade pensava eu ser o unico a tê-las no quintal, mas pra minha surpresa encontrei por aqui alguem com 25 colmeias de ASF.
Para entrar no grupo, basta ter uma conta de e-mail no yahoo, clicar na aba grupos no lado esquerdo da pagina do yahoo, e na procura digitar tudo junto: abelhasdeminas , ai é só clicar em participar do grupo, digite seu e-mail do yahoo e pronto, aguarde que o moderador do grupo aceitara o novo membro do grupo abelhasdeminas.
Para entrar no grupo, basta ter uma conta de e-mail no yahoo, clicar na aba grupos no lado esquerdo da pagina do yahoo, e na procura digitar tudo junto: abelhasdeminas , ai é só clicar em participar do grupo, digite seu e-mail do yahoo e pronto, aguarde que o moderador do grupo aceitara o novo membro do grupo abelhasdeminas.
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