quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

MORINGA OLEÍFERA.

UM MILAGRE NA NATUREZA!!!
ARVORE DA MORINGA

SEMENTES MORINGA OLEIFERA
ARVORE FLORIDA

FLOR DA MORINGA






























O AMIGO TONINHO DE BELO HORIZONTE, TEM EM SEU QUINTAL UMA ARVORE QUE É QUASE UM MILAGRE NA NATUREZA. SEGUE ALGUMAS FOTOS DESTA QUE É A MORINGA OLEIFERA. ELE DISPOE DE MUDAS4 E SEMENTES, CASO ALGUEM TENHA INTERESSE, É SO ENTRAR EM CONTATO:
toninhovillelaabelha@hotmail.com OU TEL. 31-91913343/ 92126405.

E LOGO ABAIXO POSTEI UMA PESQUISA, QUE FIZ EM UM SITE, SOBRE A MORINGA OLEIFERA.

 (Moringaceae), planta originária da Índia é considerada por botânicos e biólogos, um milagre da natureza. Uma esperança para o combate da fome no mundo. Rica em vitaminas e sais minerais, ela tem:
a) Sete vezes mais vitamina C que a laranja;
b) Quatro vezes mais cálcio que o leite;
c) Quatro vezes mais vitamina A que a cenoura;
d) Três vezes mais potássio que a banana;
e) Duas vezes mais proteína que o leite (cerca de 27% de proteína, equivalente à carne do boi);
e) Mais ferro que o espinafre;
f) Vitaminas presentes: A, B (tiamina, riboflavina, niacina), C, E, e beta caroteno.
g) Minerais presentes: Fósforo, Ferro, Selênio e Zinco.
Pesquisa na internet, mostrará centenas de referências. É considerada medicinal. Estudos demonstraram sua eficiência em dezenas de doenças: é anti-diarréica, anti-inflamatória, anti-microbiana, anti-espasmódica, anti-diabética, diurética, vermífuga (flores e sementes).
UTILIZAÇÕES POSSÍVEIS DA PLANTA
SEMENTES - De sua semente se extrai um óleo similar em qualidade ao azeite de oliva. Por ser a única planta conhecida que floresce todo o ano, é, também, considerada melífera, própria para a criação de abelhas. Seu mel é considerado medicinal e alcança elevado valor no mercado europeu. Pela produção intensiva de flores e sementes, estudos recentes recomendam seu plantio para extração de biodiesel de suas sementes.
As sementes verdes podem ser cozidas, iguala feijão branco, soja, etc., e servidas na forma de salada.
FOLHAS - Suas folhas e flores são comestíveis, para humanos e animais. Podem, também, ser utilizadas em chás para uso continuo. Vem sendo utilizadas para alimentação de ovinos, caprinos, galinhas caipiras, coelhos e vacas leiteiras. A associação brasileira de caprinocultores a recomenda.
FLORES - Das flores se faz um prato apreciado na Indonésia e Timor Leste, chamadomakansufa, As flores são fritas em óleo de coco, e imersas em leite de coco, sendo comidas com arroz ou milho. As folhas e flores podem, também, ser consumidas em vitaminas ou sucos com outros legumes, como beterraba, cenoura, ou frutas como a laranja, maçã, melão, mamão, caju, abacaxi. etc. Também, podem ser utilizadas em chás para uso continuo.
As flores tambem poderao ser utilizada em um chá medicinal, recomendado para resfriados, de uso popular em vários países.O suco das flores ou folhas, pode compor caldos ou molhos, na sua forma natural para preservar vitaminas e sais minerais. É excelente no tratamento para redução de peso, e por ser rica em nutrientes, facilita uma reeducação alimentar sem agressão ao corpo e ao metabolismo.
As suas flores são muito utilizadas para alimentação de abelhas tipo Europa (Apis) ou as nativas sem ferrão. Produzem muito nectar para a alimentação das abelhas, florescendo o ano todo.De suas folhas, flores ou sementes, se pode extrair um produto, utilizado como decantador no tratamento de água para consumo humano, similar aos produtos aos químicos utilizados pelas companhias de tratamento de água.  As folhas maceradas em poças de água barrenta provocam rápida limpeza. Se não estiver contaminada, fica própria para o consumo. No Nordeste brasileiro esta planta já está sendo utilizada para este fim.
VAGENS - As vagens novas podem ser cozidas, iguala aspargos ou vagens de feijão. E bastante utilizada desta forma no Haiti.
CASCAS - De suas cascas se faz artesanato, pois são muito maleáveis e proprias para moldar e fazer cestos, trançados, etc.. Pode ser processada para extrair uma fibra, para produzir tapetes. Sua seiva tem gosto adocicado.  A casca e a resina, tem tanino, que é utiulizado para o curtimento de couros para a fabricação de calçados, bolsas, vestuário, etc.
BATATAS -Pode-se planta-la em canteiros, como uma hortaliça, e quando a planta atinge cerca de 30 centímetros, arranca-se o pé e se extrai uma batata para consumo alimentar. Tem gosto de rábano, próximo do rabanete, A seiva e a batata, tem todas as vitaminas da plantas em concentração. Essa batata pode ser comida em saladas ou refogados. Ou mesmo em sucos de frutas ou legumes. Após esse período de 30 dias a batata desaparece e transforma-se na raiz da planta.
ORNAMENTAL - Em muitos países se planta a Moringa como ornamental pois ela produz flores o ano inteiro, sendo a única planta conhecida com essa capacidade.
CELULOSE - Sua madeira é mole, mas é excelente para produzir celulose para fabricação de papel.
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES SOBRE USO
ALIMENTAÇÃO HUMANA - Por suas propriedades alimentícias, pode ser utilizada em tratamentos de desnutrição, pois é rica em proteína, vitaminas e sais minerais. Também pode ser utilizada no combate à obesidade e ao colesterol elevado, substituindo com nutrição equivalente, mas com muito mais vitaminas e sais minerais, a carne e vários outros alimentos que engordam ou que são ricos em gorduras saturadas.
ALIMENTAÇÃO ANIMAL - Pode, ainda, ser plantada como forrageira, para alimentar carneiros, cabritos, coelhos, galinhas caipiras, vacas leiteiras. Planta-se as sementes a cada 80 centimetros. Quando a planta atinge 80 centimetros de altura, corta-se os ponteiros. Após nova brotação, vão surgir vários brotos. Quando eles atingirem 30 centimentos, corta-se novamente todos os ponteiros, para que haja uma nova brotação. Assim a planta fica mais encorpada. Após essa segunda quebra de ponteiros, pode-se cortar os brotos e retirar as folhas para servir como alimento. Pela sua concentração de vitaminas e sais minerais, é um alimento nobre que ajuda a reduzir o custo da criação.
USO MEDICINAL - Na África, com milhões de pessoas com o vírus HIV e AIDS, tem sido uma arma no combate aos efeitos debilitadores dessa doença, por ser rica em proteínas, vitaminas e sais minerais, assim como é poderosa arma contra a desnutrição crônica em muitas regiões daquele continente.
Resultados positivos ocorreram no tratamento de prostatite, câncer da próstata, reumatismo, tumores, lupus eritematoso, artrites e outras doenças auto-imunes, hipertensão arterial, hepatite, mobilidade gastrintestinal, vírus Epstein-Barr, epilepsia, fadiga crônica, males causados pelo tratamento de câncer, tratamento pré-natal, de glaucoma, de má nutrição de adultos e crianças, de redução  da obesidade, cura de irritação gastro-intestinal,  de dermatoses, de bronquites e de inflamações de mucosas em lactentes. As raízes são laxativas. A planta produz efeito renovador das células epiteliais, dos órgãos sexuais e do cérebro.
Estudos demonstraram sua eficiência em dezenas de doenças: é anti-diarréica, anti-inflamatória, anti-microbiana, anti-espasmódica, anti-diabética, diurética, vermífuga (flores e sementes).
Existe citação do uso dessa planta com essa finalidade na bíblia, em Exodus 15:20-25. Ela é considerada  um milagre da natureza, uma verdadeira farmácia natural.
Existem centenas de sites divulgando esta planta e seus produtos em todo o mundo. Existem institutos de pesquisas pesquisando esta planta e divulgando os resultados. Basta citar na pesquisa  ^Moringa Oleífera^, que milhares de resultados aparecerão, em muitas linguas. Em nosso site em CURIOSIDADES E INFORMAÇÕES - APOIO DA ONU/UNICEF PARA SUA DISSEMINAÇÃO
O apoio da ONU/UNICEF ocorre em campanhas para o seu plantio e uso. No Senegal foi instalada uma indústria para extração de produtos, com compromisso de compra das sementes, preço em dólar. A campanha resultou no plantio de oito milhões de arvores, em algumas semanas.

OBS. TIRADO DO SITE: http://www.granjaparaiso.com.br

domingo, 17 de novembro de 2013

Liberado em Santa Catarina!!

Governador em exercício sanciona lei que permite atividades com abelha sem ferrão em Santa Catarina

O governador em exercício Joares Ponticelli sancionou na tarde deste sábado, 16, a lei que autoriza a criação, o comércio e transporte de abelhas sem ferrão (meliponíneas), no Estado de Santa Catarina. Na oportunidade foram assinados repasses de recursos financeiros no valor total de R$ 736,7 mil, que vão atender aos municípios de Grão-Pará, São Ludgero e Braço do Norte.
sancionada lei que permite atividades com abelha sem ferrao em sc 20131116 1526242839
Foto: Neiva Daltrozo / Secom
>>> Mais imagens na galeria de fotos
“A atividade do mel aqui na região está em crescimento e é agregadora de emprego e renda para os nossos agricultores e familiares, com isso fico muito feliz em ter proposto essa lei junto com o deputado José Nei Ascari e hoje a oportunidade de sancionar. A partir de hoje os meliponicultores tem a legalidade da atividade podendo não só comercializar as abelhas como o seu produto, que é o mel”, destacou Ponticelli.
O objetivo é de regular o comércio dessa espécie de abelha e por não haver regulamentação específica para a atividade, o registro de meliponários comerciais e não comerciais junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), fica dificultado. Há oito anos a atividade é praticada em Santa Rosa de Lima que ganhou projeção nacional, na criação da espécie. Na cidade existe uma associação, produtores de caixas, produtores de famílias e mais de 2,5 mil colmeias que produzem o “néctar de abelhas nativas”.
A lei vai permitir a criação, o manejo e as demais atividades relacionadas às colônias de abelhas sem ferrão, dentro da zona rural de cada município catarinense. Também assegura a criação na área urbana desde que respeitadas as disposições previstas no plano diretor municipal. Ainda de acordo com o texto da lei, quando houver inscrição técnico da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), o produtor estará autorizado o transporte de discos de cria, mel, pólen, própolis e colmeias de abelhas sem ferrão, dentro de Santa Catarina.
As abelhas sem ferrão
As meliponíneas, também chamadas de abelhas sem ferrão, abelhas da terra, abelhas indígenas, abelhas nativas ou abelhas brasileiras, são consideradas os principais agentes polinizadores de diferentes plantas nativas. Hoje, alguns agricultores a utilizam para a polinização em culturas agrícolas, a exemplo de chuchu e morango. O mel produzido pelas abelhas sem ferrão contém os nutrientes básicos necessários à saúde e elevada atividade bacteriana, utilizada contra alguns tipos de doenças.



links interessantes:
http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=83053911798174692#editor/target=post;postID=5012088841762800386

http://catracalivre.com.br/geral/arquitetura/indicacao/casas-de-bambu-que-flutuam-em-inundacoes-e-custam-4-mil-reais/



sábado, 12 de outubro de 2013

SEMINARIO DE APICULTURA DO NORTE DE MINAS- 22-10-2013 TERÇA FEIRA




Foto Ascom/Codevasf

A apicultura no Norte de Minas ganha incentivo por parte da Codevasf e órgãos parceiros.

MONTES CLAROS (por Waldemiro Brito) – A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) promoverá na próxima quinta-feira, dia 25 de novembro, o VII Seminário de Apicultura do Norte de Minas. Com apoio da Agro/NM, Sebrae e Emater-MG, esse encontro, a exemplo das edições anteriores, acontecerá no auditório da Sociedade Rural de Montes Claros, com abertura prevista para às 9h pelo superintendente da Codevasf em Minas Gerais, Dimas Rodrigues.
Tendo como tema central a organização e fortalecimento da produção apícola do norte de Minas, esse seminário, segundo Dimas Rodrigues, visa a melhoria das relações associativas e da gestão das unidades de beneficiamento de mel, além da inserção de práticas que promovam o aumento da produtividade apícola norte mineira, de forma a alavancar a apicultura regional, gerando emprego e renda aos pequenos produtores.
Segundo Alex Demier, engenheiro agrônomo da Codevasf e um dos idealizadores e responsáveis técnicos desse seminário, as palestras terão como abordagem principal as experiências de associativismo, gestão de unidades de beneficiamento de mel, de atuação regional, interestadual e internacional e práticas apícolas com foco no aumento da produtividade e agregação de valores aos produtos.

Foto Ascom/Codevasf
Unidade de beneficiamento de mel na cidade de Mato Verde, na região da Serra Geral de Minas.

Uma das palestras mais esperadas pelos apicultores norte mineiros será proferida pelo consultor técnico Robson Sousa Raad, sobre técnicas para aumento da produtividade apícola, seguido pelos palestrantes José Cleto Pellegrinelli, falando sobre a atuação do entreposto Apidouro no mercado apícola nacional e internacional e Gil Barreto, com o tema certificação e mercado dos produtos apícolas e orgânicos, ficando o encerramento por conta dos agentes financeiros Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Credinor.
Ao anunciar a realização desse seminário, Dimas Rodrigues disse que a Codevasf, na condição de umas das principais incentivadoras da apicultura regional, vem promovendo junto ao produtor rural as mais diversas ações visando a sua capacitação técnica e comercial. Tanto é assim, afirma o dirigente federal, que ao longo dos últimos cinco anos já foram promovidos vários cursos técnicos e visitas à outros grandes centros produtores de mel em Minas Gerais e até mesmo em outros Estados.
Nesse mesmo período, a Codevasf investiu mais de 1 milhão de reais na construção de oito casas de mel, totalmente equipadas, aquisição de equipamentos para os mais de 700 apicultores de 23 municípios norte mineiros, principalmente da região da Serra Geral de Minas, que produzem mais de 400 toneladas de mel por ano.
22 de Outubro de 2013

parque de Exposições João Alencar Athayde

Montes Claros - MG

luiz.fernando@emater.mg.gov.br


A EMATER-MG e a CODEVASF, realizam
anualmente o Seminário de Apicultura do Norte do
Estado de Minas Gerais, que se encontra na sua 10º
Edição, a ser realizado no dia 22/10/2013 no
período de 08:00 as 18:00 hs, tendo como o tema '
Panorama da Apicultura e Técnicas de Produção e
Processamento de Produtos Apícolas "

O público- alvo será de apicultores,
produtores rurais, técnicos, professores,
universidades, estudantes, agentes financeiros,
entidades publicas e privadas, estimado em 300
participantes.

A fim de alcançar estes objetivos foram
programadas palestras sobre técnicas a serem
ministradas por profissionais experientes nestas
áreas de conhecimento, inclusive com a participação
do Presidente da CBA - Confederação Brasileira dos
Apicultores.

Para tanto solicitamos seu apoio na divulgação
do evento.

Esperando poder contar com seu apoio
agradecemos antecipadamente e nos colocamos a
disposição.

Atenciosamente

L. Fernando C. Mendes

Coordenador Técnico EMATER-MG

Montes Claros

luiz.fernando@emater.mg.gov.br

38 3223-2130 9144-4681 TIM
Program

10º SEMINÁRIO DE APICULTURA DO NORTE DE MINA

Tema

“PANORAMA DA APICULTURA E TÉCNICAS DE
PRODUÇÃO E PROCESSAMENTO DE PRODUTOS
APÍCOLAS”

DATA E HORÁRIO

22 DE OUTUBRO DE 2013 DAS 8:00 ÀS 18:00 h

LOCAL:

AUDITORIO DA SOCIEDADE RURAL

MONTES CLAROS - MG

COORDENAÇÃO GERAL:

EMATER- MG E CODEVASF

1) COMISSÃO ORGANIZADORA

• ALEX DOUGLAS MARTINS DEMIER
(CODEVASF)

• FABRÍCIO LOPES DA CRUZ (CODEVASF)

• LUIZ FERNANDO CHAVES MENDES (EMATER-MG).

2) OBJETIVOS DO SEMINÁRIO

O 10º Seminário de Apicultura do Norte de Minas tem
como objetivos a apresentação do panorama da
Apicultura brasileira e mundial e técnicas de
produção e processamento dos produtos apícolas.

A fim de alcançar estes objetivos foram programadas
palestras sobre cenário da apicultura, técnicas
produção e beneficiamento dos produtos apícolas, a
serem ministradas por profissionais experientes
nestas áreas de conhecimento.

Público-alvo: Apicultores, Produtores
Rurais e Fornecedores de equipamentos, Estudantes,
Técnicos, Professores, Universidades, Agentes
Financeiros, Entidades Públicas e Privadas.

3) TEMAS E PALESTRANTES

• Panorama da Apicultura Brasileira e Mundial

Palestrante: José Gomercindo Corrêa da Cunha – CBA

• Projeto Codevasf de Estruturação da Cadeia
Produtiva da Apicultura

Palestrante: Kênia Régia Anasenko Marcelino

• Produção e Processamento de Pólen

Palestrante: Angelo Márcio

• Produção e Processamento de Cera Alveolada

Palestrante: Geraldo Rolla – Apiarios Casagrande

• Técnicas de Multiplicação de Enxames

Palestrante: Másio Sérvulo Magalhães

4) PROGRAMAÇÃO DO SEMINARIO DE APICULTURA

08:00 h - Recepção, Inscrições e Lanche

. 09:00 - Abertura

• 09:30 h – Panorama da Apicultura Brasileira
e Mundial

Palestrante: José Gomercindo Corrêa
da Cunha – Presidente da Confederação Brasileira de
Apicultura

• 10:30 h - Projeto Codevasf de Estruturação
da Cadeia Produtiva da Apicultura

Palestrante: Kênia Régia Anasenko Marcelino

• 12:00 h – Almoço

• 13:30 h – Produção e Processamento de Cera
Alveolada

Palestrante: Geraldo Rolla –
Apiarios Casagrande

• 14:30 h – Produção e Processamento de Pólen

Palestrante: Angelo Marcio Brasil

• 15:30 h – Intervalo

Palestrante:

• 15:45 h - Técnicas de Multiplicação de
Enxames

Palestrante: Másio Sérvulo Magalhães

• 17:15 h – Apresentação das instituições
financeiras

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Alimento para abelhas

Ração Proteica para Abelhas

Olá amigos! Recebi nessas últimas semanas vários e-mails perguntando se eu tinha a receita da Ração Proteica para Abelhas...

Pois bem, fui atrás de artigos e de amigos que estavam fazendo essa ração proteica, recebi algumas receitas, e dentre elas, abaixo vou colocar uma que achei mais interessante.

Ressalto que não posso informar o resultado da utilização dessa ração, uma vez que ainda não tive a oportunidade de fazer testes com ela, se alguém tiver mais informações ou alguma outra receita dessa ração (não confundir com o bombom de pólen), compartilhe conosco a receita e os resultados, ok?

RECEITA- RAÇÃO PROTEICA PARA ABELHAS

Ingredientes

17% de albumina
50% de extrato de soja
33% de açúcar
Xarope preparado com 70% de água e 30% de açúcar para regar a mistura


Modo de preparo - Para ASF

Misture bem os ingredientes secos e regue com o xarope até conseguir uma pasta úmida, consistente e homogênea, semelhante ao pólen fermentado das abelhas. 
Derreta a cera numa panela (cera bruta de apis ou com mistura de cera de ASF)
Faça pequenas bolinhas com essa massa e mergulhe cerca de 3 vezes na cera derretida, para formar uma "casca" de cera em volta dessa ração (igual fazemos com o bombom de polen, dúvidas nesse processo, acesse o link: http://meliponariojardim.blogspot.com.br/2013/03/bombom-de-polem.html )

Modo de preparo - Para Apis

Misture bem os ingredientes secos e regue com o xarope até conseguir uma pasta úmida e homogênea, semelhante ao pólen fermentado das abelhas. 
Com as mãos, faça um disco com aproximadamente 500 gramas de ração, embrulhe em papel manteiga, fure o papel e coloque dentro da caixa das abelhas no centro, entre a melgueira e o ninho.

PRONTO! AGORA É SÓ SERVIR PARA AS ABELHAS!

Atenção:

Para baratear a ração, pode-se substituir a albumina, por ovo em pó.

Essa receita proteica serve tanto para Abelhas Nativas quanto para Apis

quarta-feira, 10 de julho de 2013

ABELHA CUPIRA; Especie diferente das que ja tenho, nidifica em cupim aereo, tem cera em formato de renda na entrada, produz mais mel que as outras, e é bastante defensiva.




domingo, 2 de dezembro de 2012

BEIFA-FLOR OU MARIPOSA?



A mariposa Macroglossum stellatarum é uma rara espécie na natureza. Ela se alimenta de flores e produz um ruído no ar. Seu corpo é aerodinâmico, asas dianteiras delgadas, longas e asas traseiras pequenas. Voam rápido e  pairam na frente das flores, sugando o néctar de maneira muito semelhante aos beija-flores.
Por esta razão são chamadas também de mariposas beija-flores. A esfinge suga o néctar por meio de sua probóscide, como se fosse um sugador no nariz do animal. A probóscide alcança até 25 cm de comprimento e por isso consegue com facilidade o alimento.
Foto: Wikipédia
 Mariposa beija-flor se alimentando do néctar das flores
A semelhança com os beija-flores é um exemplo de evolução convergente (quando o animal desenvolve características semelhantes a outro animal de espécie diferente). Ela voa durante o dia, tanto com sol, como com chuva, o que é incomum para a maioria das mariposas. Suas habilidades visuais têm sido muito estudadas e alguns estudos mostraram que ela tem grande facilidade pra aprender a diferenciar as cores.
A mariposa possui o comprimento do corpo entre 7,5 cm até 12,5 cm e é vista em toda Europa. Desde o norte de Portugal até o Japão, mas ela reside apenas em climas mais quentes. Em regiões altas e com invernos rigorosos ela não é encontrada.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

MELIPONA MARGINATA-MANDURI RAJADA.




A manduri mede aproximadamente 7mm Sua distribuição geográfica vai desde América Central até Argentina e Estado
de Santa Catarina e São Paulo.
As colônias são pouco populosas, por volta de 300 indivíduos. Os locais de nidificação são principalmente ocos de árvore, podendo ocorrer também em paredões de taipa. esta espécie se adapta bem em caixas racionais.




 


A entrada do ninho é um pequeno orifício onde passa apenas uma abelha de cada vez, Essa espécie apresenta favos de cria horizontais ou helicoidais. Não apresenta células reais.



Em torno dos favos de cria há um invólucro freqüentemente bem desenvolvido. Os potes de alimento têm 3 a 5cm de altura. Pode apresentar refúgios coletivos de rainhas virgens, no meio ou abaixo dos potes de alimento.
E uma espécie rustica e resistente ao clima frio do sul do Brasil, grande produtora de mel produz em média 3 litro por verão, é a maior produtora de mel se levar em consideração o número de operárias a qual não passa de 300.
O seu manejo e meio complicado não aceita manejo por cima sempre pelo meio, se manipular por cima faz tapume de barro para vedar sua observação e isto impede a colocação de mais sobre ninho e melgueira, claridade acima de seu teto esta abelha interpreta como inimigo e imediatamente faz o tapume.
A manduri e bastante agressiva e tem mandíbulas forte seu ataque é intenso sendo nescessario o uso de máscara de apicultor para sua manipulação, esta espécie não tem veneno mas seus belisco incomoda muito. O ataque ocorre se for manipulado o ninho no contrario é inofensiva.
A sua multiplicação é simples não se faz nescessario localizar realeira pertence ao grupo das meliponas suas multiplicações sempre são bem suscedidas espécie bem resistente, trabalha muito em prool a sua família.


BOM EXEMPLO QUE DEVE SER SEGUIDO.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
PROGRAMA DE DISCIPLINA

Curso: Zootecnia Campus: Sede
Departamento: Zootecnia
Centro: Ciências Agrárias
COMPONENTE CURRICULAR
Nome: Meliponicultura Código:
Carga Horária: 34 Periodicidade: modular Ano de Implantação: 2013

1. EMENTA

Estudo da produção de abelhas nativas sem ferrão (indígenas) considerando a viabilidade econômica e sustentável.

2. OBJETIVOS

Conhecer a biologia de várias espécies de abelhas nativas sem ferrão (indígenas), tais como jataí, tubuna, mandaçaia, borá, uruçu, uruçu-amarela e garaipo, as instalações meliponícolas, tipos de colmeias, manejo e revisão das colônias objetivando uma produção economicamente viável e sustentável.

3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

3.1 PARTE TEÓRICA:
1. As abelhas nativas sem ferrão; 1.1. Introdução; 1.2. Importância; 1.3. Classificação e distribuição; 1.4. Biologia; 2. Criação de abelhas sem ferrão; 2.1. A escolha das espécies; jataí (nome científico, Tetragonisca angustula e Tetragonisca fiebrigi), borá (Tetragona clavipes), guaraipo (Melipona bicolor bicolor), mandaçaia (Melipona quadrifasciata), jandaíra nordestina (Melipona subnitida), tubuna (Scaptotrigona bipunctata), uruçu-cinza ou uruçu-cinzenta (Melipona fasciculata), uruçu-amarela (Melipona rufiventris), uruçu-do-nordeste (Melipona scutellaris), 2.2. Aquisição de colônias; 2.3. Modelos de colmeias; 2.4. Instalação de Meliponário; 2.5. Captura, divisão e transferência; manejo de colônias; Inimigos naturais; 3. Coleta e beneficiamento de mel; 3.1. Métodos de coleta; 3.2. Técnicas de beneficiamento para conservação; 3.3. Boas práticas de manipulação; 3.4. Envasamento e rotulagem; 4. Sistema de produção; 5. Legislação para utilização das abelhas nativas sem ferrão e para implantação de meliponário;

3.2 PARTE PRÁTICA:
1. Visita ao meliponário da FEI; 2. Coleta de colônia de abelhas nativas sem ferrão; 3. Manejo de colônias de abelhas nativas sem ferrão; 4. Revisão de colônias e divisão; 5. Extração de mel; 6. Extração de geoprópolis; 7. Detecção de inimigos naturais; 8. Produção e Introdução de rainhas; 9. Coleta de pólen; 10. Visita a um meliponário comercial; 11. Filmes sobre meliponicultura e polinização.

4. REFERÊNCIAS
4.1- Básicas (Disponibilizadas na Biblioteca ou aquisições recomendadas)

AIDAR, D.S. A mandaçaia: biologia de abelhas, manejo e multiplicação artificial de colônias de Melipona quadrifasciata Lep. (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae). Ribeirão Preto: SBG. 1996. 104p. Série Monografias, nº 4.
AIDAR, D.S. Coleta de ninhos de jataí (Tetragonisca angustula). Paracatu: Acangahú, 1999. 34 p.
AIDAR, D.S. A mandaçaia: biologia, manejo e multiplicação artificial de colônias de abelhas, com especial referência à Melipona quadrifasciata Lep. (Hymenoptera, Apidae, Meliponinae). 2ª. Ed., Ribeirão Preto: Funpec Editora. 2010. 162p.
ALVES, R.M.O.; CARVALHO, C.A.L.; SOUZA, B.A.; JUSTINA, G.D. Sistema de produção para abelhas sem ferrão: uma proposta para o estado da Bahia. Cruz das Almas: UFRB/SECTI-FAPESB, 2005. 18p. (série Meliponicultura n.03)
ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A.; CARVALHO, C.A.L.; JUSTINA, G.D. Custo de produção de mel: uma proposta para abelhas africanizadas e meliponíneos. Cruz das Almas: UFB/SEAGRI, 2005. 14p. (série Meliponicultura n.02)
AMARAL, E.; ALVES, S.B. Insetos úteis. Piracicaba: Livroceres, 1979. 188 p.
BRUENING, H. Abelha jandaira. Coleção Mossoroense, serie C, volume 557. 1990. 181p.
CARVALHO, C.A.L.; ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A. Criação de abelhas sem ferrão: aspectos práticos. Cruz das Almas: UFB/SEAGRI, 2003. 42p. (série Meliponicultura n.01)
CARVALHO, C.A.L.; SODRÉ, G.S.; ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A.; MARCHINI, L.C.; CLARTON, L. PEREIRA, L.L.; SOARES, A.C.F. Como crias abelhas sem ferrão: do cortiço à caixa racional. Cruz das Almas: UFRB/SECTI-FAPESB, 2006. 30p. (série Meliponicultura n.06)
FABICHAK, I. Abelhas indígenas sem ferrão – jataí. São Paulo: Nobel, 1987. 53p.
FREITAS, B.M.; PINHEIRO, J.N. Polinizadores e pesticidas: princípios de manejo para os agroecossistemas brasileiros. Brasília: MMA, 2012. 112p.
FONSECA, A.A.O.; SODRÉ, G.S.; CARVALHO, C.A.L.; ALVES, R.M.O.; SOUZA, B.A.; SILVA, S.M.P.C.; OLIVEIRA, G.A.; MACHADO, C.S.; CLARTON, L. Qualidade do mel de abelhas sem ferrão: uma proposta para boas práticas de fabricação. Cruz das Almas: UFRB/SECTI-FAPESB, 2006. 70p. (série Meliponicultura n.05)
IMPERATRIZ-FONSECA, V.L.; CANHOS, D.A.L.; ALVES, D.A.; SARAIVA, A.M. Polinizadores do Brasil – Contribuição perspectivas para a biodiversidade, uso sustentável, conservação e serviços ambientais. São Paulo: EDUSP, 2012. 488p.
JORDÃO, M.C. Jataís: quando você menos espera, elas estão ai. Belo Horizonte: Alvorada Serviços Gráficos, 1998. 56p.
KERR, W.E.; CARVALHO, G.A.; NASCIMENTO, V.A. (Organizadores) Abelha uruçú - Biologia, manejo e conservação, Coleção, Manejo da vida silvestre nº 2 - Fundação Acangaú, Belo Horizonte, MG, 1996. 144pp.
MAGALHÃES, T.L. VENTURIERI, G.C. Aspectos econômicos da criação de abelhas indígenas sem ferrão (Apidae: Meliponini) no Nordeste Paraense. Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2010. 36p. (Documentos 364)
http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/883922/1/Doc364.pdf
NOGUEIRA NETO, P. Vida e criação de abelhas indígenas sem ferrão. São Paulo: Nogueirapis, 1997. 445 p.
NOGUEIRA NETO, P.; IMPERATRIZ-FONSECA, V.L.; KLEINERT-GIOVANNINI, A.; VIANA, B.F.; CASTRO, M.S. Biologia e manejo das abelhas sem ferrão. São Paulo: Tecnapis, 1986. 54p.
http://eco.ib.usp.br/beelab/pdfs/livro_pnn.pdf
PIRES, N.V.C.R.; VENTURIERI, G.C.; CONTRERA, F.A.L. Elaboração de uma dieta artificial proteica para Melipona fasciculata. Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2009. 25 p. (Documentos 363)
http://www.cpatu.embrapa.br/publicacoes_online/documentos-1/2009/elaboracao-de-uma-dieta-artificial-proteica-para-melipona-fasciculata
REGO, M.; ALBUQUERQUE, P. Polinização do murici. São Luis: Ministério do Meio Ambiente, Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Brasileira, EDUFMA, 2006. 104p.
VAISSIÈRE, B.E.; FREITAS, B.M.; GEMMILL-HERREN, B. Protocol to detect and assess pollination deficits in crops: A handbook for its use. Rome: FAO, 2011. 70p.
http://www.fao.org/docrep/013/i1929e/i1929e.pdf
VELTHUIS, H.H.W. Biologia das abelhas sem ferrão. São Paulo: USP – Instituto de Biociências, 1997. 33 p.
VENTURIERI, G.C. Contribuições para a criação racional de meliponíneos amazônicos. Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2008. 27 p. (Documentos 330)
http://www.cpatu.embrapa.br/publicacoes_online/documentos-1/2008/contribuicoes-para-a-criacao-racional-de-meloponineos-amamzonicos
VENTURIERI, G.C. Criação de abelhas indígenas sem ferrão. 2ª. Ed., Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2008. 27 p.
http://mel.cpatu.embrapa.br/Criacao%20de%20abelhas%20indigenas%20sem%20ferrao.pdf
VILLAS-BOAS, J. Mel de abelhas sem ferrão – manual tecnológico. Brasília: Instituto, Sociedade, População e Natureza, 2012. 96p.
http://www.ispn.org.br/arquivos/mel008_31.pdf

4.2- Complementares

ASSIS, M.G.P. Criação prática e racional de abelhas sem ferrão da Amazônia. Manaus: INPA/SEBRAE-AM, 2001. 46p.

CORTOPASSI-LAURINO, M. 1982. Divisão de recursos tróficos entre abelhas sociais principalmente Apis mellifera Linné e Trigona (Trigona) spinipes Fabricius (Apidae, Hymenoptera). São Paulo, USP, 180p. Tese de doutorado. Departamento de Zoologia.

FREITAS, G.S.; SOARES, A.E.E. Procurando irá: um passeio ecológico. Ribeirão Preto: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, 2004. 35p.

MAIA-SILVA, C.; SILVA, C.I.; HRNCIR, M.; QUEIROZ, R.T.; IMPERATRIZ-FONSECA, V.L. Guia de plantas visitadas por abelhas na caatinga. Fortaleza: Fundação Brasil Cidadão, 2012. 195p.

PENEDO, M.C.T.; TESTA, P.R.; ZUCOLOTO, F.S. Valor nutritivo do gevral e do levedo de cerveja em diferentes misturas com o pólen para Scaptotrigona (Scaptotrigona) postica (Hymenoptera, Apidae). Ciência e Cultura, 28(5): 536-538, 1976.

SCHEVELEV, I.F. El maravilloso "tapezuá' (Peluquerito – Llana – Tubuna) Scaptotrigona bipunctata, abeja sin aguijón. Asunción: Ko'eyu, 2003. 113p.

SANTOS, I.A. Ecologia de polinizadores. Oecologia Australis, v. 14, n. 1, p.1-321, 2010.

SILVA, C.I.; BALLESTEROS, P.L.O.; PALMERO, M.A.; BAUERMANN, S.G.; EVALDT, A.C.P.; OLIVEIRA, P.E. Catálogo polínico: Palinologia aplicada em estudos de conservação de abelhas do gênero Xylocopa no Triângulo Mineiro. Uberlândia: EDUFU, 2010. 154p.

SILVA FILHO, J.B.; GOICOHEA HUERTAS, A.A. Manual de criação de abelhas indígenas sem ferrão. Viçosa: Centro de Produções Técnicas, 1996. 38p.

TERADA, Y. Contribuição ao estudo da regulação social em Leurotrigona muelleri e Frieseomelitta varia (Hymenoptera, Apidae). Dissertação de Mestrado. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto - SP, Brasil, 1974. 96p.

VENTURIERI, G.C. Meliponicultura: Criação de abelhas indígenas sem ferrão. Belém: Embrapa Amazônia Oriental. 2008. 4 p.

ZUCOLOTO, F.S. Valor nutritivo de pólens usados por diferentes espécies de abelhas para Scaptotrigona (Scaptotrigona) postica (Hymenoptera, Apoidea). Revista Brasileira de Biologia 35(1): 77-82, 1975.

Links de sites:
http://mel.cpatu.embrapa.br/
http://www.ib.usp.br/beesp/
http://ecologia.ib.usp.br/beelab/
http://www.webbee.org.br/beelife/
http://www.webbee.org.br/beetaxon/

______________________________
_____
APROVAÇÃO DO DEPARTAMENTO
_______________________________
APROVAÇÃO DO CONSELHO ACADÊMICO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
- PROJETO PEDAGÓGICO –
Processo nº Fls.

Rubrica:

CONTEÚDOS DOS COMPONENTES CURRICULARES
DISCIPLINAS Formulário
Nº 16-A

Curso: Zootecnia (Campus Sede)
Componente: Meliponicultura (disciplina optativa)
Departamento: Zootecnia - DZO
Centro: Ciências Agrárias - CCA

CARGA HORÁRIA PERIODICIDADE
Teórica Prática Teórico-Prática TOTAL Anual Semestral Trimestral Bimestral Módulo Outro
17 17 34 X

NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA
(Art. 3º da Res. 130/2005-CEP)
Obs.: SOMENTE PARA TURMAS PRÁTICAS OU TEÓRICO-PRÁTICAS Mínimo Máximo
8 20

EMENTA:

Estudo da produção de abelhas nativas sem ferrão (indígenas) considerando a viabilidade econômica e sustentável.

OBJETIVO(S):

Conhecer a biologia de várias espécies de abelhas nativas sem ferrão (indígenas), tais como jataí, tubuna, mandaçaia, borá,uruçu, uruçu-amarela e garaipo, as instalações meliponícolas, tipos de colmeias, manejo e revisão das colônias objetivando uma produção economicamente viável e sustentável.

Aprovado em ___/___/_______.

Carimbo e Assinatura do Chefe do Departamento

Aprovado em ___/___/_______.

Carimbo e Assinatura do Coordenador do Conselho Acadêmico

__._,_.___

sábado, 24 de novembro de 2012

GRUPO ABELHAS DE MINAS NO YAHOO

Meliponicultores principalmente de Minas Gerais, agora podem interagir através de um grupo criado no yahoo grupos. Assim como o ABENA o ABELHASDEMINAS tem muitas funçoes, mas a principal é unir os criadores de abelhas sem ferrao de minas, uma vez que alguns estao no nosso bairro e nao sabemos. cito um exemplo recente, na minha cidade pensava eu ser o unico a tê-las no quintal, mas pra minha surpresa encontrei por aqui alguem com 25 colmeias de ASF.

Para entrar no grupo, basta ter uma conta de e-mail no yahoo, clicar na aba grupos no lado esquerdo da pagina do yahoo, e na procura digitar tudo junto: abelhasdeminas , ai é só clicar em participar do grupo, digite seu e-mail do yahoo e pronto, aguarde que o moderador do grupo aceitara o novo membro do grupo abelhasdeminas.
 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

BOAS IDEIAS QUE PROTEGEM O MEIO AMBIENTE.

VEJA COMO É SIMPLES E PROTEGE OS RIOS, QUE TAL AS PREFEITURAS INVESTIREM UM POUQUINHO E FAZEREM ISTO NAS ROÇAS?

http://g1.globo.com/globo-news/cidades-e-solucoes/videos/t/sua-cidade-sua-solucao/v/telespectador-mostra-como-tratar-o-esgoto-com-a-ajuda-de-uma-bananeira/1638440/


ABELHAS SAO INDISPENSAVEIS PARA SOBREVIVENCIA DO HOMEM.

É possível produzir aço no Brasil sem destruir florestas nativas

terça-feira, 31 de julho de 2012

Processo de reavaliação de agrotóxicos é iniciado no Ibama

Processo de reavaliação de agrotóxicos é iniciado no Ibama
Brasília (19/07/2012) – Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (19/07) um comunicado do Ibama que dá início formal ao processo de reavaliação de agrotóxicos associados a efeitos nocivos às abelhas. Quatro ingredientes ativos que compõem esses agrotóxicos serão reavaliados: Imidacloprido, Tiametoxam, Clotianidina e Fipronil. O primeiro a passar pelo processo de reavaliação será o Imidacloprido, que é a mais comercializada destas quatro substâncias. Só em 2010, empresas declararam ao Ibama a comercialização de 1.934 toneladas de Imidacloprido, cerca de 60% do total comercializado destes quatro ingredientes.

Esta iniciativ a do Ibama segue diretrizes de políticas públicas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) voltadas para a proteção de polinizadores. As diretrizes do MMA acompanham a preocupação mundial sobre a manutenção de populações de polinizadores naturais, como as abelhas. A decisão do Ibama se baseou em pesquisas científicas e em decisões adotadas por outros países.

Estudos científicos recentes indicam que o uso destas substâncias é prejudicial para insetos polinizadores, em especial para as abelhas, podendo causar a morte ou alterações no comportamento destes insetos. As abelhas são consideradas os principais polinizadores em ambientes naturais e agrícolas, e contribuem para o aumento da produtividade agrícola, além de serem diretamente responsáveis pela produção de mel.

Como medida preventiva, o Ibama proibiu provisoriamente a aplicação por aviões de agrotóxicos à base de Imidacloprido, Tiametoxam, Clotianidina e Fipronil em qualq uer tipo de cultura. O uso de inseticidas que contem esses ingredientes ativos por meio de aplicação aérea tem sido associado a morte de abelhas em diferentes regiões do país, o que motivou a proibição.

No prazo de três meses as empresas produtoras de agrotóxicos devem incluir uma frase de alerta para o consumidor nas bulas e embalagens de produtos que contenham um ou mais dos compostos químicos destacados na portaria. A mensagem padrão informará que a aplicação aérea não é mais permitida e que o produto é tóxico para abelhas. Além disso, constará da mensagem que o uso é proibido em épocas de floração ou quando observada a visitação de abelhas na lavoura.

Segundo o coordenador-geral de Avaliação e Controle de Substâncias Químicas do Ibama, Márcio de Freitas, “ as medidas adotadas pelo Ibama visam proteger este importante serviço ambiental de polinização, que comprovadamente aumenta a produtividade agrícola. O intui to da reavaliação é contribuir para agricultura e apicultura brasileiras.” Das 100 culturas agrícolas produzidas que representam 90% da base de alimento mundial, cerca de 70 % são polinizadas por abelhas, completou o coordenador-geral.

Ao final do processo de reavaliação, o Ibama poderá manter a decisão de suspensão da aplicação por aviões destes produtos, ou revê-la. Caso o resultado dos estudos indiquem, o instituto poderá adotar outras medidas de restrição ou controle destas substâncias.
Veja aqui a norma publicada no DOU

Confira a frase de advertência que deverá ser incorporada às bulas e embalagens do produtos que contém Imidacloprido, Tiametoxam, Clotianidina e Fipronil:

“ Este produto é tóxico para abelhas. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades.”

Talitha Monfort Pires
Ascom Ibama

domingo, 22 de julho de 2012

CRIADO O GRUPO DOS MELIPONICULTORES DE MINAS, NO YAHOO.

CRIADO RECENTEMENTE, O GRUPO ABELHAS DE MINAS, TEM O BJETIVO DE FACILITAR O CONTATO DE MELIPONICULTORES DO ESTADO, UMA VEZ QUE A MAIORIA DESTES CRIAM SUAS ABELHAS AS VEZES SEM O CONTATO DE OUTROS QUE ESTAO TAO PROXIMO, E ASSIM SE COMUNICAM E TROCAM ABELHAS COM OUTROS ESTADOS. CLARO QUE É MUITO IMPORTANTE TERMOS AMIGOS E PARCEIROS EM OUTROS ESTADOS, MAS TAMBEM É IMPORTANTE TERMOS ENCONTROS E TROCAS DE CONHECIMENTO AQUI EM MINAS.
O GRUPO É A PRINCIPIO SO PARA O ESTADO DE MINAS GERAIS,  PORTANTO VOCE QUE JA SE ASSOCIOU, DIVULGUE, PARTICIPE, POIS O GRUPO NAO SÓ MEU, É NOSSO.

ALGUMAS PESSOAS ESTAO COM DUVIDAS SOBRE COMO INGRESSAR NO GRUPO, ENTAO PASSAREI O PASSO A PASSO.
 É DA MESMA FORMA QUE SE ENTRA NO ABENA.

ACESSE A PAGINA DO YA HOO, http://br.yahoo.com/  NA ABA A ESQUERDA, CLIQUE EM GRUPOS,  E NA BUSCA ENCONTRE UM GRUPO  DIGITE ABELHAS DE MINAS, DAÍ É SÓ ENTRAR COM SEU E-MAIL E SENHA DA CONTA YAHOO. QUANDO VOCÊ ENTRAR, TERA UM MENU DE ARQUIVOS, FOTOS, BANCO DE DADOS ETC. QUE SÓ SERA ABERTO POR QUEM É ASSOCIADO, ENTAO CLIQUE EM ENTRAR NESTE GRUPO, AI É SO ENTRAR COM SEU ID E SENHA E PRONTO SERA ACEITO POR MIM E VOCE TERA ACESSO PARA POSTAR SEUS CONHECIMENTOS E VER AS POSTAGENS DOS OUTROS.
ASSIM ESTARAS CONTRIBUINDO PARA O CRECIMENTO DO GRUPO E DE CADA UM QUE DELE PARTICIPA.

 


quarta-feira, 13 de junho de 2012

VISITA AO MELIPONICULTOR TONINHO, EM BELO HORIZONTE

NO DIA 09-06-2012, EU E EURICO FIZEMOS MAIS UMA VISITA AO TONINHO, UM GRANDE AMIGO DE BH. TROCAMOS IDEIAS, E TIVEMOS O PRAZER DE CONHECER TAMBEM O DOUTOR HARPIA COMO FICOU CONHECIDO NUMA REPORTAGEM DA TV GLOBO, POR CRIAR HARPIAS E CONSEGUIR A REPRODUÇAO DAS MESMAS E DEPOIS SOLTA-LAS NA NATUREZA. SR. ROBERTO NOS ENSINOU MUITO SOBRE MEIO AMBIENTE, FAUNA E FLORA, O ACOMPANHAVA UM JOVEM QUE SE NAO ME FALHA A MEMORIA, É CHILENO E ESTUDANTE E COM ELE ESTAVA PRA PESQUISAS DE AVES.
ESPERO QUE ESTE SEJA O PRIMEIRO DE MUITOS ENCONTROS QUE FAREMOS, E ESTAREMOS TENTANDO ORGANIZAR UM GRUPO APARTIR DE AGORA, ONDE FALAREMOS E APRENDEREMOS UNS COM OS OUTROS SOBRE ABELHAS SEM FERRAO E MEIO AMBIENTE EM GERAL.



   

segunda-feira, 11 de junho de 2012

CONGRESSO NACIONAL DE APICULTURA E MELIPONICULTURA, GRAMADO-RS.

FOI COM GRANDE PRAZER QUE PARTICIPEI RECENTEMENTE DO CONGRESSO NACIONAL DE APICULTURA E MELIPONICULTURA, QUE ACONTECEU NA LINDA CIDADE DE GRAMADO-RS.
A CIDADE É UM EXEMPLO EM PRATICAMENTE TUDO, PRESERVAÇAO DA  NATUREZA, EDUCAÇAO, LIMPEZA URBANA ETC. CONHECIDA COMO TERRA DO VINHO E DO CHOCOLATE, TIVE A OPORTUNIDADE DE CONHECER ALGUMAS FABRICAS, SENDO ESTAS ARTESANAIS E QUE NAO POLUEM EM NADA. PAISAGEM EXUBERANTE E EDIFICAÇOES QUE MARCAM A INFLUENCIA EUROPÉIA. TAIS CARACTERISTICAS SAO APENAS ALGUMAS DO QUE PUDE OBSERVAR ALI E AS DEMAIS SERIAM IMPOSSIVEIS  ENUMERAR AQUI.


     MAS E O CONGRESSO?
BOM, PRA QUEM FOI EM OUTROS, APONTARAM MUITAS FALHAS, COMO EXEMPLO: COLOCAREM DOIS OU MAIS MINI-CURSOS NO MESMO HORARIO, NO LOCAL NAO HAVIA UM BEBEDOURO SE QUER, TORNANDO ASSIM AS DESPESAS MUITO CARO UMA VEZ QUE UMA GARRAFINHA DE AGUA MINERAL CUSTAVA ATE TRÊS REAIS, A UNICA OPÇAO DE ALMOÇO LA DENTRO TAMBEM MUITO CARO.
MAS PRA QUEM ERA APRIMEIRA PARTICIPAÇAO, COMO EU, ACHEI MUITO BOM NO GERAL; POREM NA MELIPONICULTURA, QUANTO AOS MINI-CURSOS SIMPOSIO E PALESTRAS FORAM MUITO BONS, MAS COM O IBAMA NOSSAS DUVIDAS NAO FORAM RESPONDIDAS OU MELHOR OS PROBLEMAS AINDA NAO FORAM RESOLVIDOS. EMPURRARAM AS LIBERAÇOES DE CADASTRO DO SISFAUNA PARA OS ESTADOS, SENDO ASSIM, QUEM PROCURAR NOS ESTADOS?
TIVE A OPORTUNIDADE DE PERGUNTAR AO REPRESENTANTE DO IBAMA SOBRE O RESGATE DE FAUNA EM LOCAIS DE DERRUBADA DE MATA NATIVA OU CERRADO, ELE ME RESPONDEU EM MEIO AO PUBLICO QUE RESGATE DE FAUNA É UMA "BALELA" E QUE ISTO NAO FUNCIONA, AGORA VEJAMOS, AO INICIAR SUA FALA ELE DEIXOU BEM CLARO QUE O IBAMA É UM ORGAO QUE EXECUTA AS LEIS, E NAO AS CRIA, COMO ENTAO NAO EXECUTA O RESGATE DE FAUNA QUE É TAO FALADO. PORQUE DIGO ISTO? NA MINHA CIDADE ESTAO CORTANDO CERRADO, MATAS E DEMAIS TIPOS DE VEGETAÇAO AQUI PRESENTE PARA FAZEREM CARVAO E DEPOIS PLANTAM EUCALIPTO OU PASTO NO LUGAR, E TUDO ISTO COM LIBERAÇAO DELES, ATE AI, AINDA QUE ERRADO NA MINHA CONCEPÇAO, MAS TA LIBERADO PELA LEI. MAS E AS ABELHAS QUE SEUS NINHOS VAO JUNTO PROS FORNOS DE CARVÃO? QUEM VAI DEFENDE-LAS?
TEMOS QUE SERMOS ILEGAIS PRA TENTAR SALVAR ALGUMAS DELAS?

É DIFICIL VIU?


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

PEQUI VIRA OURO NA MAO DE EXTRATIVISTAS.


INCRIVEL COMO O HOMEM VEM DESTRUINDO O CERRADO PARA PLANTAÇOES DESORDENADAS DE EUCALIPTO E PASTO PRA GADO.

MAS ONDE SE ENCONTRA MUITO CERRADO AINDA É POSSIVEL VER O MILAGRE DA NATUREZA, UM PEQUENO FRUTO COM GOSTO FORTE E CARACTERISTICO, QUE BROTA LOGO APOS AS PRIMEIRAS CHUVAS DO SEGUNDO SEMESTRE DO ANO, E AMADURECE EM MEADOS DE DEZEMBRO. SUSTENTO DE MUITAS FAMILIAS NESTE PERIODO, QUE ALEM DE SUSTENTO TRAZ UMA RENDA EXTRA PRA MUITOS. PUDE OBSERVAR EM BOCAIUVA, O QUANTO AS PESSOAS VENDEM DESTE FRUTO DO CERRADO.
A  SEGUIR MATERIA TIRADO DOS SITES:
http://www.slowfoodbrasil.com/content/view/91/61/

http://www.redecerrado.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=134:pequi-vira-ouro-nas-maos-de-extrativistas-do-norte-de-minas-gerais&catid=3:curtas&Itemid=48



Fruta típica do Cerrado, de cor amarelo-ouro e considerada uma iguaria gastronômica, o pequi está mudando a vida dos extrativistas do município de Japonvar, a cem quilômetros de Montes Claros, no norte de Minas Gerais. Apreciado ancestralmente pelos habitantes da região, o pequi conquista paladares sofisticados no Brasil e já começa a fazer carreira fora do país. O pequi do Norte de Minas está sendo vendido em centros cosmopolitas, como Nova Iorque, nos Estados Unidos.

De Japonvar, sairão este ano cerca de 15 toneladas de pequi; dois mil litros de óleo da fruta e 600 quilos de castanha-de-pequi beneficiados pela Cooperativa dos Pequenos Produtores Rurais e Catadores de Pequi de Japonvar (Cooperjap). Parte da produção deverá ser exportada. O restante será comercializado aqui mesmo, garantido renda média de R$ 400 para cada um dos 200 cooperados. “Estamos melhorando de vida”, disse o produtor José Antônio Alves dos Santos, presidente da cooperativa. 

Primeiro, são os animais silvestres que se alvoroçam: abelhas e outros insetos; pássaros de todos os tamanhos; pequenos e médios roedores e os mamíferos do Cerrado; pacas, cotias, tatus, preás, veados. Depois os homens: famílias inteiras se deslocam para iniciar a "apanha" do pequi, que se desprende facilmente dos ramos das árvores nativas, espalhando-se pelos cerrados e matas do Brasil Central. Logo mais, a fruta já pode ser encontrada por todo lado, nas pequenas vilas ou nas ruas centrais de cidades grandes como Goiânia, Brasília e até Belo Horizonte, onde ambulantes vendem o pequi recém-colhido. O fruto, do tamanho de uma pequena laranja, está maduro quando sua casca, que permanece sempre da mesma cor verde-amarelada, amolece. Partida a casca, encontram-se, em cada fruto, uma, duas, três ou quatro amêndoas tenras envoltas por uma polpa amarela, branca ou rósea, o verdadeiro atrativo da planta. A única contra-indicação são os espinhos finos, minúsculos e penetrantes existentes bem no núcleo do caroço, sendo preciso muito cuidado ao mastigá-lo para chupar a polpa. O pequi é muito apreciado nas regiões onde ocorre: o arroz, o frango e o feijão cozidos com pequi são pratos fortes da culinária regional; o licor de pequi tem fama nacional; e há, também, uma boa variedade de receitas de doces aromatizados com seu sabor. Os 900 produtores envolvidos na Cooperativa Grande Sertão plantam frutas para uso em conservas, tendo o pequi como o principal produto. A cooperativa foi formada com o objetivo de promover o desenvolvimento social e econômico sustentável da área, e melhorar a qualidade de vida dos produtores de pequena escala e de suas famílias, que pertencem à cooperativa. A capacitação e a consultoria técnica e científica são fatores importantes para a realização desse objetivo. A comunidade trabalha plantando frutas com o uso de métodos orgânicos e respeitando os princípios de agricultura ecológica.
Informação importante: uma unidade de pequi (aproximadamente 50g) possui 40 calorias. 

Estado/Região/Território: Minas Gerais /Sudeste/Norte de MG/ Serra Geral e Alto Rio Pardo 

FRUTO MADURO

FRUTO AINDA COM CASCA